domingo, 20 de dezembro de 2015

domingo



Chama o sino à missa.
Pais brincam com os filhinhos na praça;
As senhoras conversam e riem sentadas nas calçadas.
Um casal de namorados passa veloz numa moto.
Na  casa, vê-se uma velhinha diante da TV na sala.
No bar, bêbados discutem alto o resultado do futebol.
O domingo acabou.

Não é fantástico?

poema de Laura

https://www.youtube.com/watch?v=a9F7XYhcwyY

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sacola Plástica de Natal.


Ir ao supermercado em Dezembro pode ser uma verdadeira lição de cidadania e ética. Hoje, domingo , vi isso...Estava sendo atendido por um caixa de pequenas compras quando ao meu lado chegou uma senhora, com um par de sandálias. O caixa olhou para ela e continuou a passar as minhas compras. Eu falei para a senhora: A fila fica ali. Mostrei para ela. A senhora respirou e disse...tá certo. Ignorou a fila e foi para o outro caixa. E foi atendida. Pouco depois veio uma jovem com um cesto de compras e ficou atrás de mim. Me virei e falei o mesmo. Se fez de surda, pois estava dentro do supermercado tocando uma música que dizia:...Então é Natal, e o que você fez....O caixa percebeu e explicou para a moça. Ela prontamente disse: fique na sua que você é funcionário e eu sou cliente. No estacionamento do supermercado, enquanto destravava a bicicleta, reparei que a senhora que comprou as sandálias, tirava as mesmas da sacola e deixava no chão para depois abrir a porta do carro dela entrava e saia em alta velocidade,Ainda reparei na frase do carro: Deus é fiel. Parece que ia a praia pela roupa que vestia e as pessoas que ela acompanhava. Então é natal....

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Rio Grande Mossoró

O engina da pedra de lavar roupa,
No fundo do rio.
Que passa na cidade.
De mãe para filha.
Decifro ou Devoro,
As  torres com os sinos.
E calor tranquilo e só
Que liberta o corpo
O mistério a desaguar
No rio  Mossoró.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Jararaca

No olho da noite
O bote de Jararaca dispara.
Enterrado vivo na terra quente.
Nem era meio dia.
Quebram os pés
Racham os dedos
Feito raízes para o solo.
O segredo da cidade
É arde em pedra de sal.

Sarau de Maio